sábado, 31 de janeiro de 2026

Lula desesperado com o escândalo do Banco Master #bancomaster #inss #jor...


ACORDA, BRASIL!
Não… isso aqui não é teoria da conspiração.
É só o Brasil versão 2026, sob o governo Lula.

Muita gente ainda não entendeu o tamanho do buraco.
O tal do Banco Master?
Calma… isso é só a pontinha do iceberg.

Pensa comigo:
Um banco privado, cheio de contratos milionários, irrigando figuras centrais do poder.
Dinheiro rodando solto.
Quase como gorjeta de restaurante cinco estrelas.

Um milhão por mês pra ex-ministro.
Cinco milhões pra ministro da Justiça —
detalhe importante: ex-ministro do Supremo.
Coincidência?
No Brasil do Lula, coincidência é artigo de luxo.

Cento e vinte e nove milhões envolvendo esposa de ministro do STF.
Negócios com família de outro ministro —
justamente aquele que virou relator do caso.
Nada demais, né? Tudo muito… institucional.

Por isso eu digo:
Esse banco não devia se chamar Master.
Devia se chamar Banco Mãe.
Porque todo mundo mama.

E segura essa:
o banco tinha ligação com poços de petróleo na Venezuela.
Sim, você ouviu certo.
E sociedade cruzada com velhos conhecidos do capitalismo de compadrio.

Agora junta as peças.
Quem sempre aparece no centro desse tabuleiro?
Lula.
PT.
O sistema.

Enquanto isso, surgem investigações, suspeitas, narrativas de “tudo normal”.
E quem questiona…
vira o problema.

Criaram a história do “golpe”.
Criaram o inimigo.
Criaram o clima.
E foram atrás de Bolsonaro.

O julgador, o relator, o investigador —
todos circulando no mesmo salão.
Contratos milionários.
Casas de luxo em Brasília.
Champanhe estourando em resort.

Mas relaxa…
é tudo coincidência.

A velha mídia finge que não vê.
A esquerda aplaude.
E a direita?
Brigando entre si.

Enquanto isso, Flávio Bolsonaro cresce.
Assusta.
E causa pânico do outro lado.

Reuniões “secretas” começam a vazar.
Fotos aparecem.
Taças tilintam.
Explicações vêm prontas:
“narrativa”.
Sempre narrativa.

E se você discordar?
Bem… a Polícia Federal pode querer conversar.

Na marcha, o recado foi claro.
Se o povo não ocupar as ruas,
o sistema continua mandando —
e depois, meu amigo, é tarde.

Eu sou Jorge Leibe.
E aqui é direto ao ponto.

Escândalo do banco Master causa pânico no supremo #patria #bolsonaro #fo...

ACORDA, BRASIL!
Não… isso aqui não é teoria da conspiração.
É só o Brasil versão 2026, sob o governo Lula.

Muita gente ainda não entendeu o tamanho do buraco.
O tal do Banco Master?
Calma… isso é só a pontinha do iceberg.

Pensa comigo:
Um banco privado, cheio de contratos milionários, irrigando figuras centrais do poder.
Dinheiro rodando solto.
Quase como gorjeta de restaurante cinco estrelas.

Um milhão por mês pra ex-ministro.
Cinco milhões pra ministro da Justiça —
detalhe importante: ex-ministro do Supremo.
Coincidência?
No Brasil do Lula, coincidência é artigo de luxo.

Cento e vinte e nove milhões envolvendo esposa de ministro do STF.
Negócios com família de outro ministro —
justamente aquele que virou relator do caso.
Nada demais, né? Tudo muito… institucional.

Por isso eu digo:
Esse banco não devia se chamar Master.
Devia se chamar Banco Mãe.
Porque todo mundo mama.

E segura essa:
o banco tinha ligação com poços de petróleo na Venezuela.
Sim, você ouviu certo.
E sociedade cruzada com velhos conhecidos do capitalismo de compadrio.

Agora junta as peças.
Quem sempre aparece no centro desse tabuleiro?
Lula.
PT.
O sistema.

Enquanto isso, surgem investigações, suspeitas, narrativas de “tudo normal”.
E quem questiona…
vira o problema.

Criaram a história do “golpe”.
Criaram o inimigo.
Criaram o clima.
E foram atrás de Bolsonaro.

O julgador, o relator, o investigador —
todos circulando no mesmo salão.
Contratos milionários.
Casas de luxo em Brasília.
Champanhe estourando em resort.

Mas relaxa…
é tudo coincidência.

A velha mídia finge que não vê.
A esquerda aplaude.
E a direita?
Brigando entre si.

Enquanto isso, Flávio Bolsonaro cresce.
Assusta.
E causa pânico do outro lado.

Reuniões “secretas” começam a vazar.
Fotos aparecem.
Taças tilintam.
Explicações vêm prontas:
“narrativa”.
Sempre narrativa.

E se você discordar?
Bem… a Polícia Federal pode querer conversar.

Na marcha, o recado foi claro.
Se o povo não ocupar as ruas,
o sistema continua mandando —
e depois, meu amigo, é tarde.

Eu sou Jorge Leibe.
E aqui é direto ao ponto.