160.000.000,00 Quer saber a verdade? Os 160 milhões na Globo foram revelados por Flavio Bolsonaro ao vivo para todo o Brasil. Os Jornalistas militantes ficaram sem saber o que falar diante da grave revelação que a Globo, SBT, Band, CNN e Blog com o Leo Dias e outros receberam vultuosas quantias em dinheiro do Banco Master ou de empresas de propriedade de Daniel Vorcaro.
A Crise do Banco Master: As negociações vieram a público após a prisão de Daniel Vorcaro pela Polícia Federal por suspeitas de envolvimento em um esquema bilionário de fraudes financeiras.
A Menção à Globo: O assunto gerou debate nas redes sociais e na mídia depois que o senador Flávio Bolsonaro, ao ser questionado sobre os repasses do banqueiro, mencionou publicamente que a emissora também já havia recebido patrocínios e verbas publicitárias do Banco Master
O Projeto: O senador Flávio Bolsonaro buscou investidores privados para financiar a produção cinematográfica sobre o pai, e o banqueiro Daniel Vorcaro aceitou aportar recursos no projeto.
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ACORDA, BRASIL! Não… isso aquinão é teoria da conspiração. É só oBrasil versão 2026, sob o governo Lula.
Muita gente ainda não entendeu o tamanho do buraco. O tal doBanco Master? Calma… isso é sóa pontinha do iceberg.
Pensa comigo: Um banco privado, cheio de contratos milionários, irrigando figuras centrais do poder. Dinheiro rodando solto. Quase como gorjeta de restaurante cinco estrelas.
Um milhão por mês pra ex-ministro. Cinco milhões pra ministro da Justiça — detalhe importante:ex-ministro do Supremo. Coincidência? No Brasil do Lula, coincidência é artigo de luxo.
Cento e vinte e nove milhões envolvendo esposa de ministro do STF. Negócios com família de outro ministro — justamente aquele que virourelator do caso. Nada demais, né? Tudo muito… institucional.
Por isso eu digo: Esse banco não devia se chamar Master. Devia se chamarBanco Mãe. Porquetodo mundo mama.
E segura essa: o banco tinha ligação compoços de petróleo na Venezuela. Sim, você ouviu certo. E sociedade cruzada com velhos conhecidos do capitalismo de compadrio.
Agora junta as peças. Quem sempre aparece no centro desse tabuleiro? Lula. PT. O sistema.
Enquanto isso, surgem investigações, suspeitas, narrativas de “tudo normal”. E quem questiona… vira o problema.
Criaram a história do “golpe”. Criaram o inimigo. Criaram o clima. E foram atrás de Bolsonaro.
O julgador, o relator, o investigador — todos circulando no mesmo salão. Contratos milionários. Casas de luxo em Brasília. Champanhe estourando em resort.
Mas relaxa… é tudo coincidência.
A velha mídia finge que não vê. A esquerda aplaude. E a direita? Brigando entre si.
Enquanto isso, Flávio Bolsonaro cresce. Assusta. E causa pânico do outro lado.
Reuniões “secretas” começam a vazar. Fotos aparecem. Taças tilintam. Explicações vêm prontas: “narrativa”. Sempre narrativa.
E se você discordar? Bem… a Polícia Federal pode querer conversar.
Na marcha, o recado foi claro. Se o povo não ocupar as ruas, o sistema continua mandando — e depois, meu amigo,é tarde.
ACORDA, BRASIL! Não… isso aqui não é teoria da conspiração. É só o Brasil versão 2026, sob o governo Lula.
Muita gente ainda não entendeu o tamanho do buraco. O tal do Banco Master? Calma… isso é só a pontinha do iceberg.
Pensa comigo: Um banco privado, cheio de contratos milionários, irrigando figuras centrais do poder. Dinheiro rodando solto. Quase como gorjeta de restaurante cinco estrelas.
Um milhão por mês pra ex-ministro. Cinco milhões pra ministro da Justiça — detalhe importante: ex-ministro do Supremo. Coincidência? No Brasil do Lula, coincidência é artigo de luxo.
Cento e vinte e nove milhões envolvendo esposa de ministro do STF. Negócios com família de outro ministro — justamente aquele que virou relator do caso. Nada demais, né? Tudo muito… institucional.
Por isso eu digo: Esse banco não devia se chamar Master. Devia se chamar Banco Mãe. Porque todo mundo mama.
E segura essa: o banco tinha ligação com poços de petróleo na Venezuela. Sim, você ouviu certo. E sociedade cruzada com velhos conhecidos do capitalismo de compadrio.
Agora junta as peças. Quem sempre aparece no centro desse tabuleiro? Lula. PT. O sistema.
Enquanto isso, surgem investigações, suspeitas, narrativas de “tudo normal”. E quem questiona… vira o problema.
Criaram a história do “golpe”. Criaram o inimigo. Criaram o clima. E foram atrás de Bolsonaro.
O julgador, o relator, o investigador — todos circulando no mesmo salão. Contratos milionários. Casas de luxo em Brasília. Champanhe estourando em resort.
Mas relaxa… é tudo coincidência.
A velha mídia finge que não vê. A esquerda aplaude. E a direita? Brigando entre si.
Enquanto isso, Flávio Bolsonaro cresce. Assusta. E causa pânico do outro lado.
Reuniões “secretas” começam a vazar. Fotos aparecem. Taças tilintam. Explicações vêm prontas: “narrativa”. Sempre narrativa.
E se você discordar? Bem… a Polícia Federal pode querer conversar.
Na marcha, o recado foi claro. Se o povo não ocupar as ruas, o sistema continua mandando — e depois, meu amigo, é tarde.